Rosarinho no parque

Sobe as escadas do escorrega, não, pára, balança, avança de novo, o joelho no ar, a fralda cheia, muda de ideia, olha o chão, olha o pé, olha o pé, olha o chão, desce, desce?, tá descendo, desce agora, toca o pé no chão e corre, corre pelo meio do parquinho, avança, para onde avança?, o baloiço tá livre, corta o parquinho, vai em linha reta para o baloiço, o baloiço ainda em movimento, cuidado, cuidado, tem um menino grande, no outro baloiço, anda rápido, voa, tá voando e ela corre, e agora a mãe é que corre, cruza o parque, finta o menino da bicicleta, a mãe grita, a mãe do outro menino grande, que empurra o baloiço que voa, grita, é o pé, os pés do menino, em direção à cara, e a mãe agarra o bibe, pelo colarinho, fecha a mão no colarinho, vem bibe, vem camisola, vem cabelo, caiem no chão, tão no chão, pés passam rente, passam rente mas não bate. Não bateu na cara! As mães tão rindo agora, Graças a Deus elas dizem, tão dizendo uma para outra, foi por pouco, foi por pouco.

se um viajante…

“— Não é isso. Espero que meus leitores leiam em meus livros algo que eu não sabia, mas só posso esperar isso daqueles que esperam ler algo que eles não sabiam. “

é isso…

acabou o porra

, o caramba, o pô, pôxa, carambelis, caraças, caracinhas, cumcatano, porra, bolas, pppppppfffpppp….

o Joca diz:

Pombas!

É isso, direi:

Pombas!

e esse será um momento Adília,

POMBAS, esse será um momento Adília.

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